terça-feira, 30 de junho de 2020

5 dicas para contratar um jingle


Abaixo seguem 5 dicas selecionadas para quando for contratar um jingle:

1 - Diga o que quer.

Seja bem específico. Diga ao profissional/estúdio que está contratando tudo o que deseja que o jingle contenha: aspectos da letra (ou até um trecho de letra que você já bolou, servirá ao menos como ponto de partida), ritmo, tipo de música, instrumentos que deseja, vozes (uma ou mais, masculina e/ou feminina etc.).
Você sabe o que quer? Consegue manter o foco? É capaz de dizer não ...

2 - Especifique a duração.

Normalmente, um jingle é usado em anúncios em rádio. Se for este o caso, as rádios têm um padrão de tempo para as inserções na programação, geralmente 30 ou 60 segundos. Neste caso, peça ao profissional para respeitar este tempo e, se possível, encaixar o jingle nele (não fazer um jingle de 45 segundos, por exemplo, porque a rádio vai cobrar como se tivesse 60 segundos - você estará pagando por 15 segundos à toa).

ATENÇÃO para os horários e recessos de final de ano e verão ...

3 - O quanto posso alterar?

Como se trata de um produto sob encomenda, o profissional apresentará um projeto com uma proposta. Normalmente, o preço que você paga já inclui um determinado número de alterações. Por exemplo: você quer que diminua o andamento (está muito rápido), ou quer que tire um pedaço da letra, ou ainda modifique um trecho que não gostou etc.
Note que, como dito anteriormente, existe um limite. Você não pode ficar modificando eternamente o trabalho porque teve uma nova ideia. Tente focar no que você quer.
O que é carta de correção? – www.prosystemnet.com.br – sistema ...

4 - Saiba quanto custa

Como se trata de um trabalho artístico e técnico, entenda que estão envolvidas algumas variáveis de custo, como artistas e técnicos. Você deve ter em mente que um jingle simples com violão e voz não tem o mesmo custo de uma produção com 8 vozes, quarteto de cordas, clarineta e cravo. Neste último caso, não somente há mais artistas e sessões envolvidos, mas também a demanda por trabalho técnico é muito maior. Então, pense bem se vale a pena pedir uma orquestra sinfônica. Pode até ser que o estúdio consiga, mas não será barato.
Peça sempre um orçamento.

Espetáculo com canto, coral e orquestra terá canções de filmes e ...

5 - Conheça seu público

Você pode ter boas ideias, mas preste atenção se elas estão conectadas com seu público. Não adianta fazer um jingle com um heavy metal, se o produto a ser vendido é um fixador para dentaduras. Entenda que, mais do que agradar a você, o jingle deve agradar o seu público.


Como Falar em Público - Dicas e Estratégias | Luciano Larrossa

Abraço do Rato!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Crítico frustrado

Bom, eu li uma vez uma frase que dizia: "...todo crítico é, antes de tudo, um artista frustrado..."
Num primeiro momento, pareceu-me lógico... se o cara não consegue fazer, então vai se especializar em falar sobre... e aí, é só "descer a lenha", do mesmo jeito que fizeram com ele...
Esta é, talvez, a forma mais pobre de interpretar a frase...
Se você parar pra pensar (como disse o Renato Russo), ninguém gosta de ver apontados seus pontos fracos... todos gostam de elogios, mas ninguém pode recebê-los o tempo todo. É humano que exista quem gosta de você, e quem não gosta também. É normal que notem suas qualidades, mas também é que apontem seus defeitos. Estas duas formas de te "ver" te ajudam a enfatizar o que está dando certo e corrigir o que não está.
Faz parte do amadurecimento da pessoa (e do artista também), aprender a lidar com os julgamentos, venham eles de qualquer lado.
Com as redes sociais, a possibilidade de responder "na lata" as críticas, se por um lado trazem uma ferramenta que antes não existia, também trazem a tentação de mandar respostas atravessadas que podem até "aplacar sua ira", mas trarão consequências que o farão preferir não tê-las dito.

Quer um conselho sobre sua conduta artística? Mande um e-mail para promocao7dias@kinouchi.com.br. 

Um abraço!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Fone AKG K 240 MK II - avaliação

Olá, amigos do Blog do Rato!

Neste post vou fazer uma avalição do fone de ouvido AKG K 240 MK II, afinal são seis anos usando o bicho!!!
AKG K 240 MK II

A marca AKG dispensa apresentação. O respeito que conquistou entre profissionais do mundo todo fala por si.
Trata-se de um fone cimcuraural, semi-aberto, com transdutores Varimotion de 30 mm, com cabos destacáveis, para uso em estúdio e para audiófilos.
O preço, na pesquisa que fiz neste mês de janeiro/2019 gira em torno dos R$ 400,00. Já foi bem mais caro.
Em primeiro lugar, preciso ser sincero em dizer que não tenho certeza de que o produto que comprei é original. O próprio fabricante informou que não tem conhecimento de falsificação deste produto, embora isto aconteça com outros modelos da AKG.
A minha dúvida quanto à originalidade do produto é em relação à fragilidade. Eu achei este fone muito, muito frágil. Embora os dois cabos que venham com o fone jamais tenham apresentado defeito depois de seis anos de uso (e olha que já até aconteceu de passar com a rodinha da cadeira sobre o cabo liso!), o fone apresentou vários defeitos de mau contato. Pior! Cada vez que eu abria o fone para consertar, era um pedaço de plástico quebrado que se desprendia... 
O som é muito bom. Não me lembro de ter distorcido nenhuma vez nestes seis anos de uso. embora seja um fone recomendado para mixagem, com resposta sugerida flat, a impressão que tenho é que existe um pequeno reforço nos graves. Mais uma vez, eu não tenho certeza de que o fone é original...
Uma curiosidade: 
Muitos vídeos na internet falam do K 240 MK II como um fone usado para gravação. Alguns até dizem que é difícil achar um estúdio profissional que não possua vários.
Estranho dizerem isto, uma vez que os mais indicados para esta aplicação são os fones FECHADOS, justamente para evitar o vazamento.
Uma característica marcante dos fones semi-abertos é justamente sacrificar o isolamento para entregar um som mais flat, o que é uma vantagem para a mixagem. Aliás, quando falo em mixagem, fico até preocupado, porque muita gente critica e condena a mixagem com fones. Mas todos devem concordar que os fones são uma excelente alternativa para checar o que está acontecendo. Se devemos testar a mixagem em diversos sistemas diferentes, porque não usar os fones também?
Desta forma, achei bastante esquisito ver um monte de gente gravando voz e violão com um K 240 MK II... fica o registro!
Uma coisa muito boa neste tipo de fone é a construção. Repare as duas hastes pretas que servem de suporte e fazem a sustentação de toda a estrutura do fone. Elas são também condutores de sinal de áudio! Ou seja, em vez de usar fios que ficam aparentes na estrutura dos fones, a AKG usou as próprias hastes para isso. Menos fios e menos mau contato. Genial!


Especificações:

Tipo:
semi-aberto
Máxima potência de entrada
200 mW
Largura de frequência
15 - 25000 Hz
Sensitividade
104 dB SPL/V
Impedância
55 Ohms
Cabo destacável
Sim
Comprimento do cabo
3m
Almofadas substituíveis
Sim


Dimensões:

Comprimento
110 mm
Largura
190 mm
Altura
200 mm
Peso líquido
240 g


Conexão:

Tipo
Plug estéreo – 3.5mm (1/8") com adaptador 6.3 mm (1/4”)
Ponta
Macho
Contatos
3 pinos
Acabamento
Ouro


Applicações:

Monitoração em estúdio
Sim
Audiofilia
Sim
Dobrável
Não




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

eBook na Saraiva!

Caros amigos,

É com satisfação que comunico a todos que meu eBook "Gravação e Mixagem para Músicos" está agora disponível no site da Saraiva.

Este trabalho, como já disse outras vezes, é direcionado a músicos que se interessem por gravar seu trabalho ou mesmo conhecer um pouco mais sobre o universo dos estúdios caseiros.
São abordados equipamentos, programas de computador e técnicas, dentre outros. É o resultado de vários anos de pesquisa e "suor".

Confiram!

Um abraço a todos!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Aulas de música online

Muitos ainda não sabem, mas a internet serve para muito mais que o Facebook.

Uma das aplicações mais interessantes para os músicos são as aulas online. Não somente os tutoriais em vídeo, como no YouTube ou em outros sites, mas também as aulas por videoconferência, através do Skype ou de outros programas e aplicativos disponíveis.

Como exemplo, as excelentes aulas de guitarra ministradas pelo meu amigo de longa data Fabrício Bruca. Se você ainda não o conhece, acesse seu canal Bruca TV no YouTube.

É muito difícil você encontrar um professor ou curso que se identifique exatamente com aquilo que está buscando. Nas raras vezes em que isto acontece, principalmente se você não mora num grande centro, o seu professor está em outra cidade, por vezes a centenas de quilômetros de distância (física).

Estas aulas por videoconferência permitem, portanto, que você economize tempo e dinheiro, além de possibilitar um encontro que não seria viável pessoalmente.

Abraço do Rato!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Novas formações para bateria!


Pois é... Mais uma vez falando de instrumentos virtuais de bateria...
Como já disse, talvez a bateria seja o instrumento virtual mais usado, até pela qualidade dos produtos existentes e a viabilidade de se samplear.
Nessa minha busca por fornecer ao usuário alterativas de baixo ou nenhum custo, sempre procurei por instrumentos gratuitos. O que melhor atendeu minhas expectativas até o momento foi o Sonoma DrumCore 3 Free. Veja, que para esta escolha, não levei em conta somente a qualidade do som, mas também a possibilidade de separar a bateria em canais na DAW, assim como usar o Pro Tools. Isto porque quase todos os bons plugins gratuitos estão no formato VSTi que, apesar de excelente tecnologia, não contempla o Pro Tools que, apesar das inúmeras críticas que recebe de usuários de home studio, ainda é o programa padrão para se trabalhar com áudio. Note-se que até a versão 9 (com exceção da M-Powered), o Pro Tools só aceitava plugins do formato RTAS e, a partir da versão 10, aceita os plugins AAX.

DrumCore 3 Free

Entretanto, o melhor instrumento que já experimentei, neste segmento, foi o Addictive Drums da XLN Audio. Porém, trata-se de um programa bastante caro. Creio que uma licença, hoje, não saia por menos de US$ 149,00 (cento e quarenta e nove dólares americanos), fora as taxas que devem ser pagas no seu cartão de crédito internacional (única forma de pagamento viável).
Havia uma versão gratuita, chamada de Addictive Drums Free, bastante limitada que, na época, não julguei suficiente para trabalhar em projetos de estúdio.
Hoje, contudo, apesar de não existir mais esta versão, a XLN Audio libera uma versão demo, que não expira, apenas tem algumas limitações de peças como tons e kits de bateria.

Addictive Drums, da XLN Audio

A ideia que rapidamente me surgiu é que podemos fazer o seguinte: criar duas tracks de instrumento virtual, uma para o Addictive Drums demo, com bumbo, caixa, chimbal e pratos e uma para o DrumCore 3 Free, para as demais peças. Com estes dois instrumentos, mixados, cobrimos toda a bateria. Claro que precisaremos direcionar cada uma das peças nos respectivos plugins para os canais auxiliares e, depois, transformá-los em áudio, se desejarmos.
Teremos, portanto, uma linha de bateria com uma ótima qualidade sonora, sem gastar um centavo!
Creio que, até o momento, é a melhor solução gratuita para bateria.

Abraço do Rato!

terça-feira, 29 de março de 2016

Lançamento do eBook Gravação e Mixagem para Músicos

Caros amigos do Blog do Rato,


É com grande satisfação que comunico a todos o lançamento do eBook "Gravação e Mixagem para Músicos", que está disponível aqui (caso você tenha algum problema em adquirir o eBook, deixe um comentário neste post).
Nele falo sobre música, divulgação, pré-mixagem, mixagem, dou dicas sobre algumas técnicas, tudo voltado para os músicos interessados a se aventurarem nesse universo.


Se quiser ver uma amostra, faça o download aqui.
Agradeço muitíssimo a todos que prestigiarem este meu novo trabalho. Espero que possa ser útil e divertido!

Abraço do Rato!